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Hidrogênio

 

 
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O QUE É CÉLULA A COMBUSTÍVEL?

A Horizon Fuel Cell Technologies desenvolve células a combustível de tecnologia PEMFC (Proton Exchange Membrane Fuel Cell - Membrana de Troca de Prótons). Os eletrolisadores também utilizam a mesma tecnologia.

Basicamente, a célula a combustível converte o hidrogênio e o oxigênio em eletricidade, tendo como resíduo final a água. A importância desta tecnologia está na sua eficiência e na quantidade de fontes de hidrogênio que pode e poderá utilizar. Uma célula a combustível automotiva, atualmente, está com eficiência entre 50 e 63% para a produção de eletricidade, compensando os investimentos em energia para a obtenção do hidrogênio a partir de fontes como o etanol, biogás, biodiesel, gás natural, eletrólise da água, dentre outras fontes.

No caso das aplicações estacionárias, tal como a geração de energia para indústrias, pode-se aproveitar o calor residual do vapor de água, aumentando ainda mais a eficiência total.

As informações abaixo foram retiradas do livro "Hidrogênio, Evoluir Sem Polir: A Era do Hidrogênio, das Energias Renováveis e das Células a Combustível", do autor Emilio Hoffmann Gomes Neto.

"As células a combustível não são apenas curiosidades presentes em laboratórios.  Apesar de ainda estarem em desenvolvimento para serem usadas, por exemplo, em MP3 players, laptops e na geração de energia em residências, indústrias e automóveis, elas já fazem parte de nosso dia a dia. Várias comunidades no Canadá, Alemanha, Espanha, China, Austrália, EUA, entre outros países, já utilizam ônibus movidos por células a combustível.  Além disso, as células a combustível já fornecem energia limpa e eficiente a fazendas, hospitais, shoppings, indústrias e automóveis em todo o mundo, inclusive no Brasil, como é o caso de Curitiba, São Paulo e Rio de Janeiro.

Neste início de século, estamos presenciando mudanças freqüentes, radicais e quase diárias de hábitos, tecnologias, alimentação e trabalho, e o surgimento de novos paradigmas e instabilidades políticas, sociais e econômicas em quase todas as regiões do planeta. Não podemos negar o impacto que uma determinada região do planeta pode provocar em outra. É uma conseqüência do mundo globalizado e avançado.

Todos os países, sem exceção, estão procurando melhorar sua qualidade de vida e amenizar os problemas sócio-econômicos dentro e fora de suas fronteiras. No entanto, nenhum país sobrevive ou se desenvolve sem a participação externa. Estão todos procurando parcerias para suprir suas necessidades e minimizar fraquezas, pois muitas destas necessidades são globais, como a energia.

Na história moderna, os países que souberam utilizar suas fontes energéticas tornaram-se grandes potências. É o caso da Inglaterra do Século XVIII, cujo desenvolvimento foi baseado no carvão, dando impulso à Primeira Revolução Industrial, e dos EUA do Século XX que, com a descoberta do petróleo no final do século XIX, tornou-se a maior potência do planeta, até hoje.

Acontece atualmente uma nova fase em termos de energia, como a que ocorreu com o carvão e o petróleo anteriormente. Uma nova economia de energia está surgindo, dependente da descoberta dos limites que a natureza impõe à utilização dos recursos fósseis, seja pela sua reserva ou pela poluição, estabelecendo a necessidade de se produzir energia mais limpa e eficientemente.

A eficiência dos equipamentos que produzem energia, bem como a utilização de outras fontes de energia que não seja o petróleo, dará a este último uma sobrevida maior. Esta sobrevida será tanto em termos de quantidade disponível de reservas, como em relação à estabilidade do preço, retardando a tendência de aumento à medida que essa fonte fóssil se torne cada vez mais escassa nas mãos de poucos países.

As maiores jazidas de petróleo do mundo estão no Oriente Médio, cuja cultura é muito diferente da cultura do mundo ocidental, e qualquer desacordo é motivo para instabilidades políticas, religiosas e econômicas, incluindo as terríveis guerras, o que reflete no fornecimento do produto, que por sua vez torna a economia mundial instável.

Embora não tenha sido descoberta nenhuma nova fonte abundante de energia em qualquer região do planeta, como ocorreu no passado com o carvão e o petróleo, estão surgindo diversas melhorias tecnológicas na utilização das fontes energéticas!   Ou seja, a Nova Era de Energia terá diversas fontes principais de energia - a maioria renovável - e equipamentos para sua geração. Além disso, a energia será gerada próxima ao local de consumo, ao invés de produzir eletricidade em grandes centrais de produção de energia, e eliminando, conseqüentemente, as perdas que ocorrem na transmissão e, sobretudo o alto custo de construção e manutenção das linhas de transmissão.

As vantagens principais do carvão e do petróleo, durante os períodos em que foram dominantes, foram a sua abundância e baixo custo. Atualmente, além do impacto ambiental, o preço no mercado está aumentando cada vez mais e as suas reservas, no caso do petróleo, já se sabe estarem extintas aproximadamente em 2045 (fonte: Grupo Shell).

De acordo com o Departamento de Energia dos EUA, se o seu país tivesse em 10% da sua frota, veículos movidos por células a combustível, a economia em petróleo seria de 800.000 barris por dia. Esta quantidade equivaleria a 13% das suas importações de petróleo em 2003.

O hidrogênio, o mais comum elemento do universo, é apontado por especialistas como o centro da economia mundial dentro de 25 a 35 anos (2030 a 2040). Deverá movimentar aproximadamente 1,7 trilhão de dólares já em 2020.

Estradas do hidrogênio estão sendo projetadas em vários países, bem como a formação de uma organização internacional, a “Parceria Internacional Para a Economia do Hidrogênio”. Esta parceria está unindo os maiores consumidores de energia do mundo, incluindo o Brasil, para trabalharem juntos na criação da Nova Era de Energia baseada no Hidrogênio, nas Energias Renováveis e nas Células a Combustível.

Uma nova infra-estrutura deverá surgir, com postos de hidrogênio, usinas para a sua produção, sistemas de armazenamento e distribuição.

Os EUA, Canadá, Alemanha e Japão, países líderes no desenvolvimento das células a combustível e tecnologias do hidrogênio acreditam que, por volta de 2014, os veículos a hidrogênio estejam sendo vendidos em grande quantidade, tal como verificamos com os atuais automóveis. O Japão espera ter em 2020 cinco milhões de veículos a hidrogênio circulando em seu país! A General Motors espera ter vendido na mesma época cerca de 1 milhão de automóveis a hidrogênio.

Nenhum país no mundo tem tantas chances como o Brasil de aproveitar a sua energia abundante, limpa e renovável. Somos o país que mais utiliza a energia renovável no mundo. Aproximadamente 41% da energia consumida em nosso país é renovável. Pelo caminho que trilhamos, no futuro a energia renovável será mais importante ainda pela escassez dos recursos fósseis.

Temos as maiores fontes limpas de hidrogênio do mundo. Podemos “fabricar” hidrogênio através do nosso potente agronegócio. Temos grandes hidrelétricas capazes de produzir hidrogênio em épocas de excesso de oferta de água e vendê-lo para o setor de transportes, que utilizará o hidrogênio em automóveis equipados com células a combustível e motores elétricos.

No Brasil existem grandes reservas de gás natural, descobertas em 2003, que é uma fonte de hidrogênio. Temos acesso fácil à água do mar, outra fonte potencial de hidrogênio, além do vento e da energia solar, fontes renováveis de energia. Está aí a oportunidade do Brasil ser a maior potência mundial desta Nova Era de Energia que está surgindo: a Era do Hidrogênio, das Energias Renováveis e das Células a Combustível. Ter apenas energia não significa ter desenvolvimento, deve-se saber utilizá-la. É o que os EUA estão fazendo a mais de um século, e o mesmo ocorreu com a Inglaterra durante a Era do Carvão."

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